Para Maria e Gessé
Em Georges Bizet, com sua Carmen..., como em João Cabral, com seu Ferrageiro de Carmona..., labirintos de Sevilla serpenteiam luta sui generis: fatídica e férrea. Um derrame pelo fogo e pela forja.
Dobrando esquinas agudas e decisivas, uma espiritualidade sevilhana seduz o viver pleno. A lâmina abate, o martelo rebate moldando pnêumicas no limite das horas e das honras.
Senão, pouco antes da estrela, seria precipitação; para além da gentileza, haveria ruptura. Por isso e tanto, isenta de qualquer dúvida, eis a tensão serena dignificando sensações e sentidos nas veias da alma.
Rezar as contas - o que mais conta. Augusta Contabilidade. Rosário para “salve rainha”. No mais, ainda e sempre a serenidade - luta lúcida e alongada pelos escaninhos do mistério com transparências louváveis.
Viés da paz. Véus da alegria.
